Leleu

#e8e2da

domingo, 25 de agosto de 2013

Pato

Pato
Apesar da aparência ele é bravo
O pato (conhecido em Portugal como pato-mudo) é uma ave que pertence a família Anseridae na qual estão inseridas as sub-famílias Dendrocygninae, Anatinae, Merginae ou Oxyurinae originária da América do Sul.
São aves geralmente menores que os anserídeos (gansos e cisnes) e podem ser encontrados tanto em água doce como salgada. Os patos alimentam-se de vegetação aquática, moluscos e pequenos invertebrados e algumas espécies são aves migradoras.
Os machos se diferenciam das fêmeas principalmente pela diferença dos sons emitidos pelos animais (o macho emite um som que se assemelha a de um assopro, enquanto a fêmea emite um som semelhante a algo como [fi'fi]) e por possuirem carúnculas (“verrugas vermelhas”) na cabeça e ao redor dos olhos. Os patos são utilizados pelo homem na alimentação, vestuário (as penas) e de entretenimento (caça).
Algumas pessoas caçam essas espécies(selvagens), fazendo com que a cada dia, se tornem menos numerosas, correndo risco de extinção, exceto as espécies criadas para corte (abate).
O pato é um dos poucos animais da natureza que anda, nada e voa com razoável competência. É o único animal que consegue dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta. É dotado de perfeito senso de direção e comunidade.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Sub-famílias de patos
Dendrocygninae
Anatinae
Merginae
Oxyurinae

Panda Vermelho



Panda- Vermelho
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Uma mini-Beleza
O panda-vermelho ou panda-pequeno, também conhecido como raposa-de-fogo ou gato-de-fogo (nome científico: Ailurus fulgens; do grego ailurus, gato; e do latim fulgens, brilhante), é um pequeno mamífero arborícola e a única espécie do gênero Ailurus. Pertence à família Ailuridae, mas já foi classificado nas famílias Procyonidae (guaxinim) e Ursidae (ursos).
O panda-vermelho é nativo das regiões montanhosas do Himalaia e do sul da China, e está associado às florestas temperadas de altitude e a bambuzais. Possui uma coloração castanho-avermelhada característica, cauda comprida e felpuda e um andar gingado devido ao encurtamento dos membros dianteiros. É um animal solitário, territorialista e de hábito crepuscular e noturno. Sua alimentação é principalmente composta por bambu; entretanto, por ser onívoro, pode ingerir ovos, pássaros, insetos e pequenos mamíferos.
Está em perigo de extinção, devido à destruição do habitat pela expansão humana, da agricultura, da pecuária e do extrativismo de recursos naturais. A caça ilegal também é outro importante fator que contribui para a diminuição da população de pandas. É um animal comum em zoológicos, principalmente da América do Norte e Europa, reproduzindo-se bem em cativeiro.
Estado de conservação
Vulnerável (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Subclasse: Placentalia
Superordem: Laurasiatheria
Ordem: Carnivora
Subordem: Caniformia
Superfamília: Musteloidea
Família: Ailuridae
Género: Ailurus
F. Cuvier, 1825
Espécie: A. fulgens

Panda

Panda
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Uma beleza de pelúcia
O panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca) é um mamífero dotado de racionalidade da família dos ursídeos, endêmico da República Popular da China. O focinho curto lembrando um urso de pelúcia (peluche), a pelagem preta e branca característica e o jeito pacífico e bonachão o tornam um dos animais mais queridos pela humanidade. Extremamente dócil e tímido, dificilmente ataca o homem, a não ser quando extremamente irritado. Da xiong mao (大熊猫), o nome em chinês para o panda, significa grande urso-gato. Pode ser chamado também de huaxiong (urso de faixa), maoxiong (urso felino) ou xiongmao (gato ursino). Registros históricos de 3000 anos (“O Livro de História e o Livro de Canções”, a coleção mais antiga da poesia chinesa), o mencionam sob o nome de pi e pixiu. O nome em latim Ailuropoda melanoleuca quer dizer pé de gato preto e branco. A palavra panda significa algo parecido com “comedor de bambu”.
Estado de conservação
Em perigo (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae
Subfamília: Ailurinae
Género: Ailuropoda
Espécie: A. melanoleuca

Ouriço Terrestre



Ouriço-terrestre
O ouriço-terrestre (Erinaceus europaeus) é um pequeno animal da subfamília Erinaceinae e da ordem Erinaceomorpha, dotado de espinhos. Pode ser encontrado no oeste e norte da Europa.
Estado de conservação
Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Erinaceomorpha
Família: Erinaceidae
Subfamília: Erinaceinae
Género: Erinaceus
Espécie: E. europaeus
Nome binomial
Erinaceus europaeus
Linnaeus, 1758

Ornitorrinco

Ornitorrinco
pato ou castor
sapo ou castor
O Ornitorrinco (nome científico: Ornithorhynchus anatinus, do grego: ornitho, ave + rhynchus, bico; e do latim: anati, pato + inus, semelhante a: “com bico de ave, semelhante a pato”) é um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia. É o único representante vivo da família Ornithorhynchidae, e a única (a) espécie do gênero Ornithorhynchus (b). Juntamente com as équidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos existentes. A espécie é monotípica.
O ornitorrinco possui hábito crepuscular e/ou noturno. Carnívoro, alimenta-se de insetos, vermes e crustáceos de água doce. Possui diversas adaptações para a vida em rios e lagoas, entre elas as membranas interdigitais, mais proeminentes nas patas dianteiras. É um animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca; os adultos não possuem dentes. A fêmea não possui mamas, e o leite é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais. Esporões venenosos nas patas estão presentes nos machos e são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores.
As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste. Hoje, ele é um ícone nacional da Austrália, aparecendo como mascote em competições e eventos e em uma das faces da moeda de vinte centavos do dólar australiano. É uma espécie pouco ameaçada de extinção. Recentes pesquisas estão sequenciando o genoma do ornitorrinco e pesquisadores já descobriram vários genes que são compartilhados tanto com répteis como com as aves. Mas cerca de 82% do seus genes são compartilhados com outras espécies de mamíferos já sequenciadas, como o cachorro, a ratazana e o homem.

Orangotango

Orangotango
Porque não evolui
O orangotango (cujo nome vem de duas palavras da língua malaia que, juntas, significam “pessoa da floresta”) é um animal quadrúpede da ordem dos primatas que vive nas florestas da Indonésia e da Malásia.
Têm entre 1,10 e 1,40 m de altura, o que os faz a segunda maior espécie de primata do mundo.
Não existem muitos interesses comerciais em caçar os orangotangos, entretanto a ocupação humana nas áreas florestais de Sumatra e Bornéu colocou os orangotangos na lista de animais ameaçados de extinção. Segundo os cientistas, restam pouco mais de 100 000 orangotangos no mundo, sendo que o rápido crescimento do ritmo de devastação permite fazer a previsão que a extinção da espécie ocorrerá em algumas décadas.
Os orangotangos são animais territorialistas, para demarcar território o macho dá um grito estrondoso que avisa os outros orangotangos para não entrarem em seu território. Os machos adultos são pouco sociáveis, e procuram as fêmeas uma vez por ano, na época da seca. Uma característica sexual notável é o crescimento de “abas” nas laterais da fronte e no pescoço dos machos maduros, o que lhes dá um aspecto bastante peculiar.
As fêmeas vivem em grupos, mas aparentemente sem a mesma hierarquia encontrada em outras espécies de antropóides. Os filhotes nascem após nove meses de gestação, passando a ficar agarrados aos pelos longos das costas da mãe. No ambiente silvestre, a taxa reprodutiva é baixa, o que contribui ainda mais para o risco de extinção.O nome do orangotango é derivado das palavras malaias e indonésias orang que significa "pessoa" e hutan que significa "floresta"6 , portanto "pessoa da floresta".7 Orang Hutan não foi originalmente usado para se referir a macacos, mas sim para humanos que habitam as florestas. As palavras malaias para se referirem a macacos são maias e mawas, mas ainda não se sabe se essas palavras se referem a orangotangos apenas, ou a macacos em geral.
As duas espécies de orangotango são os únicos membros existentes da subfamília Ponginae. Esta subfamília também incluiu os gêneros extintos Lufengpithecus, que viveu no sul da China e Tailândia há 8 a 2 milhões de anos atrás e Sivapithecus, que viveu na Índia e no Paquistão há 12,5 milhões a 8,5 milhões de anos atrás. Estes macacos provavelmente viviam em ambientes mais secos e mais frios do que os orangotangos o fazem atualmente. O Khoratpithecus, que viveu na Tailândia há 7 a 5 milhões de anos atrás, acredita-se a ter sido o parente mais próximo do orangotango. O maior primata conhecido, o Gigantopithecus, foi também membro desta subfamília e viveu na China, Índia e Vietnã, de 5 milhões a 100.000 anos atrás.8 :50 Dentro da superfamília Hominoidea, o gibão divergiu durante o início do mioceno (entre 24,1 e 19,7 milhões de anos atrás, de acordo com o relógio molecular) e os orangotangos se divergiram dos grandes primatas africanos entre 19,3 e 15,7 milhões de anos atrás.9 (Fig. 4)
Taxonomia do gênero Pongo10Filogenia da superfamília Hominoidea9 (Fig. 4)
 Hominoidea




humanos (gênero Homo)


chimpanzés (gênero Pan)



gorilas (gênero Gorilla)



orangotangos (gênero Pongo)



gibões (família Hylobatidae)


As populações de orangotangos nas duas ilhas foram classificadas como subespécies até 19968 :53, quando foram elevadas ao status de espécies, e as três populações distintas de orangotangos na ilha de Bornéu foram elevadas a subespécies do orangotango-de-bornéu. Por consequência o orangotango-de-bornéu também tinha seu genoma sequênciadoOs orangotangos são muito forrageiros e sua dieta varia muito de mês para mês.24 A fruta está entre 65 a 90% da dieta de um orangotango e as que têm mais açúcar ou gordura são as preferidas. Os figos são frutos frequentemente consumidos e são fáceis de colher e digerir. As florestas de planície de Dipterocarpaceae são as preferidas dos orangotangos por causa dos seus frutos abundantes. Os orangotangos-de-bornéu consomem pelo menos 317 tipos de alimentos que incluem folhas jovens, brotos, cascas, insetos, mel e ovos de pássaros.15 24Os orangotangos estão entre os primatas mais inteligentes. Alguns experimentos sugerem que eles podem passar no teste da permanência de objeto.26 Além disso, o Zoológico de Atlanta tem um computador touch screen, onde os seus dois orangotangos-de-sumatra jogam.27 28 O uso de ferramentas foi observado pela primatóloga Birutė Galdikas, tal como os outros Grandes primatas.29
Estado de conservação
Em perigo
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Parvordem: Catarrhini
Superfamília: Hominoidea
Família: Hominidae
Subfamília: Ponginae
Género: Pongo
Lacépède, 1799
Espécie-tipo
Pongo borneo
Lacépède, 1799
Espécies
Orangotango-de-sumatra (P. abelii)
Orangotango-de-bornéu (P. pygmaeus)
Sinónimos
Faunus Oken, 1816 [indisponível]
Lophotus Fischer, 1813
Macrobates Bilberg, 1828
Satyrus Lesson, 1840

Naja

Naja
Selvagem
Selvagem
Naja é um género de cobras da família Elapidae, natural do Sul da Ásia e da África. São conhecidas pelos nomes populares de cobra-capelo ou cobra-de-capelo. São animais peçonhentos, agressivos e bastante perigosos. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja tripudians, dilatam o pescoço quando o animal enraivece.
As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia; no entanto elas apenas acompanham o movimentos da flauta, já que cobras não possuem audiçãodo Indo-ariana nāga, cognato de 'Snake' (cobra) em Inglês, Germânico: * snēk-a-, Proto-IE: *(s)nēg-o-As diferentes espécies Naja existentes variam de comprimento e são, na sua maioria, de corpo delgado. Grande parte são capazes de atingir comprimentos de até 1,84 m. O comprimento máximo de algumas das maiores espécies de cobra é de cerca de 3,1 m, com a Naja ashei, sendo a maior da espécie até à data.5 Todas têm uma capacidade característica de levantar os quartos dianteiros de seus corpos do chão e achatar seus pescoços para parecer maior para um predador em potencial.
Todas as espécies do género Naja são capazes de entregar uma mordida fatal em um ser humano. A maioria das espécies têm um veneno fortemente neurotóxico, que ataca o sistema nervoso, causando paralisia, mas muitos também têm características citotóxicos que provoca inchaço e necrose e tem um significativo efeito anticoagulante. Alguns também têm componentes cardiotóxicos ao seu veneno.
Várias espécies da Naja, referidas como cobras cuspidoras, desenvolveram um mecanismo de entrega de veneno especializado, em que os seus dentes da frente, em vez de libertar veneno através das pontas (semelhante a uma agulha hipodérmica), têm uma abertura estriada na superfície frontal que permite que a cobra impulsione o veneno para fora da boca. Embora normalmente referido como "cuspir", a ação é mais como "esguichar". O alcance e a precisão com que eles podem disparar seu veneno varia de espécie para espécie, mas é utilizado principalmente como um mecanismo de defesa. Uma vez pulverizado sobre a pele de uma vítima, o veneno actua como um irritante grave. Se for introduzido no olho, pode causar uma sensação de queimação severa e cegueira temporária ou mesmo permanente se não for limpo imediatamente e completamente.
  • Naja anchietae (Bocage, 1879)
  • Naja annulifera (Peters, 1854)
  • Naja annulata (Buchholz e Peters, 1876)
  • Naja arabica (Scortecci, 1932)
  • Naja ashei (Wüster e Broadley, 2007)
  • Naja atra (Cantor, 1842)
  • Naja christyi (Boulenger, 1904)
  • Naja dewarycam (Cantor, 1842)
  • Naja haje (Linnaeus, 1758)
  • Naja kaouthia (Lesson, 1831)
  • Naja katiensis (Angel, 1922)
  • Naja mandalayensis (Slowinsk e Wüster, 2000)
  • Naja mantenus (Mady, 1994)
  • Naja melanoleuca (Hallowell, 1857)
  • Naja mossambica (Peters, 1854)
  • Naja naja (Linnaeus, 1758)
  • Naja nigricincta (Bogert, 1940)
  • Naja nigricollis (Reinhardt, 1843)
  • Naja nivea (Linnaeus, 1758)
  • Naja nubiae (Wüster e Broadley, 2003)
  • Naja oxiana (Eichwald, 1831)
  • Naja pallida (Boulenger, 1896)
  • Naja philippinensis (Boulenger, 1896)
  • Naja ryccpuder (Peters, 1861)
  • Naja sagittifera (Wall, 1913)
  • Naja sanches (Emb, 2011)
  • Naja samarensis (Peters, 1861)
  • Naja senegalensis (Trape, Chirio e Wüster, 2009)
  • Naja siamensis (Laurenti, 1768)
  • Naja sputatrix (Boie, 1827)
  • Naja sumatrana (Müller, 1890)