Leleu

#e8e2da

sexta-feira, 21 de março de 2014

ilhas perigosas

Ilha da Queimada Grande, Brasil
Conhecida como Ilha das Cobras, a Ilha da Queimada Grande fica a 35 km de Itanhaém, no litoral de São Paulo, e é uma das mais perigosas e assustadoras do planeta. Estima-se que a ilha tenha uma população de cinco serpentes por metro quadrado de uma espécie conhecida como serpente-ilhoa, uma das mais venenosas do mundo. Apenas cientistas são autorizados a abordar a ilha, que não tem nenhuma praia.
Miyake-Jima, Japão
Miyake-Jima é uma das seis ilhas vulcânicas que formam o arquipélago de Izu, perto do litoral de Tóquio, no Japão. A ilha é famosa pelo seu Monte Oyama, um dos vulcões mais ativos do planeta nos últimos anos. Desde sua última erupção em 2005, o Oyama expele constantemente um gás venenoso, que obriga os habitantes da ilha a carregar uma máscara de proteção quando sirenes instaladas na ilha avisam os habitantes que os níveis tóxicos estão muito altos.
Saba, Antilhas Holandesas
Saba é uma pequena ilha das Antilhas holandesas, com boa parte de seus 13 km² cobertos por montanhas e com casinhas onde moram seus cerca de 1,2 mil habitantes. Nos últimos 150 anos, a ilha foi atingida por mais furacões do que qualquer outra região do planeta, incluindo quinze tempestades de categoria 3 e sete de categoria 5, as mais violentas de todas, com ventos de mais de 250 km/h.
Atol de Bikini, Ilhas Marshall
Formado por 36 ilhotas que rodeiam uma lagoa, o Atol de Bikini é símbolo do auge dos testes nucleares. O local foi usado para testar armas nucleares mais de 20 vezes entre 1946 e 1958. Apesar da área ter sido declarada como livre de vestígios tóxicos em 1997, os habitantes locais nunca quiseram voltar definitivamente. É fortemente desaconselhado comer qualquer coisa que provenha da área. Pela ausência de pesca, a vida submarina é abundante e atrai muitos mergulhadores.
Ilha de Gruinard, Escócia
Pequena porção de terra ovalada do norte da Escócia, a Ilha de Gruinard foi usada pelo governo britânico para testes com armas biológicas durante a Segunda Guerra Mundial. Os experimentos foram realizados na ilha desabitada com o perigoso vírus antraz, que matou centenas de ovelhas e forçou Gruinard a ser posta em quarentena. A ilha foi descontaminada nos anos oitenta, usando-se toneladas de produtos químicos.
Ilhas Farallon, Estados Unidos
Entre 1946 e 1970, o litoral das Ilhas Farallon, a 40 km de São Francisco, foi usado como depósito de lixo radioativo. Estima-se que mais de 48 mil barris tenham sido descartados no local, mas o perigo que eles apresentam ao meio ambiente ainda não está claro. A região é habitada por elefantes marinhos que atraem numerosos tubarões brancos. É melhor pensar duas vezes antes de mergulhar nas águas das Ilhas Farallon.
Ilha Ramree, Myanmar
Situada no litoral do Myanmar, a ilha Ramree é conhecida por um incidente que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1945, após uma batalha entre tropas japonesas e britânicas, soldados nipônicos foram obrigados a se esconder em pântanos, e mais de 400 deles foram devorados por crocodilos. O episódio entrou no livro dos recordes como "o maior desastre sofrido por homens por causa de animais".
Danger Island, Seychelles
Danger Island, ou Ilha do Perigo, encontra-se 800 km ao sul das Maldivas, no Oceano Índico, e recebeu esse nome pela ausência de ancoragem segura. Os primeiros exploradores que chegaram a esta estrutura de coral de 2 km de comprimento por 400 metros de largura sofreram e se arriscaram para atingi-la. Hoje, com cartas náuticas adequadas e GPS sofisticados, o local continua sendo um desafio para os velejadores.

Ilhas-Nova serie em palavras

Ilhas pré-históricas 



ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM SEMELHANÇAS
 COM CULTURAS DE ÁFRICA E DAS CANÁRIAS


Artefactos pré-portugueses descobertos
na ilha do Pico





 PRÉ-HISTÓRIA

Desenhos de artefactos encontrados numa possível cabana na Madalena do Pico
(Arqueólogo Nuno Ribeiro)


Arqueólogos identificam vestígios pré-portugueses na ilha do Pico. Há semelhanças com culturas do norte de África e das ilhas Canárias.

Foram descobertos na ilha do Pico artefactos de pedra semelhantes aos das culturas aborígenes do norte de África, revelou a Associação Portuguesa de
 Investigação Arqueológica (APIA).

Num comunicado enviado às redações, a APIA adianta que os referidos artefactos foram descobertos na sequência de um trabalho de investigação histórico e arqueológico desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal da Madalena.


"Foram descobertos na ilha do Pico vários artefactos líticos com paralelos em culturas aborígenes do Norte de África e por exemplo: "Guanches" nas Canárias", refere o comunicado.



A mesma fonte adianta que alguns destes materiais encontram-se associados a estruturas em pedra "piramidais escalonadas", que a população local designa habitualmente por "maroiços", que afirmam terem resultado da limpeza de terrenos para a agricultura.



"Muitos serviram esse propósito, mas existem porém outras estruturas piramidais com características arquitetónicas únicas", adianta a APIA, sublinhando que "algumas das estruturas inventariadas têm mais de 10 metros de altura", e possuem corredores e câmaras do tipo "tholos".


HOJE HÁ EXPLICAÇÕES


Para explicar com mais pormenor a importância dos artefactos agora descobertos, está marcada para hoje, 27 de agosto, pelas 21 horas, nos Paços do Concelho da Madalena, uma conferência de imprensa, uma exposição e o lançamento de um livro intitulado: "Estudo Histórico Arqueológico sobre as construções piramidais existentes no concelho da Madalena do Pico".


VESTÍGIOS PROLIFERAM


Eventuais vestígios de presenças humanas pré-portuguesas nos Açores proliferam por várias ilhas, mas nunca mereceram estudos científicos rigorosos.



Os primeiros casos foram referidos para a ilha do Corvo, incluindo moedas fenícias que terão, entretanto, desaparecido.



Na ilha Terceira há várias situações por estudar, sendo que a mais mediatizada tem a ver com o chamado Complexo Megalítico da Grota do Medo.



O poder político regional tem procurado negar a existência de vestígios pré-portugueses nos Açores, socorrendo-se de arqueólogos que emitem opiniões, mas sem desenvolveram escavações ou outros estudos nos locais indicados.



Por seu lado, arqueólogos internacionais que visitam os Açores têm considerado que locais como o Complexo Megalítico da Grota do medo têm que ser estudados, dado indiciarem presença humana pré-portuguesa nas ilhas.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Viuva Negra- Marrom

A espécie marrom é relativamente nova na América do Norte: foi documentada na Flórida pela primeira vez em 1935, mas na Califórnia só apareceu em 2003. No entanto, na última década tem ocorrido uma grande proliferação desses artrópodes.
Se essa substituição se comprovar, o perigo para os donos das casas pode diminuir, já que a picada da viúva-marrom é menos tóxica que a da viúva-negra, nativa do oeste dos EUA e capaz de provocar sintomas como suor excessivo, dor local intensa e no abdômen, choque anafilático e até a morte em muitos casos.
Viúva marrom (Foto: Richard S. Vetter/Centro de Pesquisa de Viúva-Marrom/Universidade da Califórnia)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Botem a imagem de seu animalzinho

Coloquem       a         foto         de      seu    animal  no feed da minha pagina do facebook  animals20    muito grato quem botar.LEMBRANDO E UMA COMPETIÇÃO (ATÉ 12/11/2013)QUE TIVER MAIS MAIS CURTIDAS VAI GANHAR UM EMPREGO NO BLOG

Leão marinho

leão-marinho é um mamífero que vive em regiões de baixas temperaturas e alimenta-se principalmente de peixes (como o cherne e o arenque) e de moluscos.
Os leões-marinhos receberam este nome pois nos machos apelagem é diferente da das fêmeas: eles têm uma espécie de juba, como os leões. Além disso, como eles têm um rugido grave, acabaram sendo chamados de "leão".
gestação de uma leoa-marinha dura em torno de 12 meses. Os filhotes chegam a medir 40 cm e, pelo fato de nascerem em terra, só aprendem anadar depois de 2 meses de vida.
Os leões-marinhos já estiveram muito próximos da extinção. Entre 1917 e 1953, mais de meio milhão desses animais foi abatido por caçadoresem busca de sua gordura e de seu couro, usado sobretudo na confecção de casacos. Com a proibição da caça, esses animais, que chegam a pesar 300 quilos e a atingir 3 metros de comprimento (fêmea 140 kg e os machos 300 kg), começaram a se recuperar. Mesmo assim, ainda sofrem com a poluição das águas e, principalmente, com a pesca realizada com redes. Seus maiores predadores são o homem, as orcas, e os tubarões.
Existem várias espécies de leões-marinhos. Algumas espécies são domesticadas pelos jardins zoológicos de todo o mundo para realizarem espetáculos de animação. Leão-marinho-da-patagônia, e leão-marinho-da-califórnia são exemplos de espécies que podem ser domesticadas.

Tigre de bengala

tigre-de-bengala (Panthera tigris) é uma das 9 subespécies de tigre. É uma das espécies mais ameaçadas de extinção dentre os grandes felinos do planeta, seja pela caça ilegal ou pela destruição de seu habitat.1 Estima-se que em 2008 existam cerca de 500 tigres-de-bengala livres no planeta; três das nove subespécies de tigres que existiam no planeta já estão extintas, e outras tendem a desaparecer pelo cruzamento genético entre subespécies diferentes.2
Fundações como a WWF tomaram a frente da responsabilidade de propiciar a preservação dos tigres, mais especificamente do tigre-de-bengala e do tigre-siberiano (ainda mais raro). Estima-se que o percentual de tigres na Ásia hoje seja 40% menor do que em 1995, graças a esforços e ajuda humanitária, cerca de 15% já foi recuperado.

Sobre o tigre-de-bengala

CaracterísticaDeAté
Altura90 cm1 m
Comprimento (fêmea)1,14 m2,60 m
Comprimento (macho)2,60 m3 m
Cauda60 cm1 m
Peso (fêmea)210 kg252 kg
Peso (macho)266 kg302 kg
Filhotes (ninhada)24
Gestação95 dias112 dias
Tempo de vida26 anos em liberdade

Galinha e Galo


Galinha

galinha e o galo são, respectivamente, a fêmea e o macho da espécie Gallus gallus domesticus de aves galiformes e fasianídeas. Os juvenis são chamados de frangos ou galetos, e os filhotes, de pintospintainhos (português europeu) ou pintinhos (português brasileiro). Estas aves possuembico pequeno, crista carnuda e asas curtas e largas. A galinha tem uma enorme importância para o homem, sendo o animal doméstico mais difundido e abundante do planeta e uma das fontes de proteína mais baratas. Além de sua carne, as galinhas fornecem ovos. As penas também têm utilizações industriais. Segundo dados de 2003, há cerca de 24000 milhões de galinhas no mundo. Em alguns países da África moderna, 90% dos lares criam galinhas. As galinhas são aves omnívoras, tendo preferência por sementes e pequenos invertebrados.
As galinhas são uma importante fonte de alimento há séculos. As primeiras referências a galinhas domesticadas surgem em cerâmicas coríntiasdatadas do século VII a.C. A introdução desta ave como animal doméstico surgiu provavelmente na Ásia, de onde é nativo o galo-banquiva (Gallus gallus). Os humanos iniciaram a domesticação de galinhas de origem indiana com a finalidade utilizá-las em briga de galos na Ásia, África e Europa, sendo dada pouca atenção à produção de carne ou ovos.1 Recentes estudos genéticos apontam para múltiplas origens maternas no sudeste, leste e sul da Ásia, sendo com o clado encontrado nas Américas, Europa, Oriente Médio e África originário do subcontinente indiano. Apesar de osromanos terem desenvolvido a primeira raça diferenciada de galinhas,[carece de fontes] os registros antigos mostram a presença de aves selvagens asiáticas na China desde 1400 a.C.. Da Índia a galinha domesticada fez o seu caminho para o reino persa da Lídia no oeste da Ásia Menor; aves domésticas foram importadas para a Grécia no século V a.C.2 Galinhas eram conhecidas no Egito desde a Dinastia 18, como o "pássaro que dá à luz todos os dias" tendo chegado ao Egito da terra entre Síria e SinarBabilônia, de acordo com os anais da Tutmés III.3 4 Da Grécia Antiga, as galinhas espalharam-se pela Europa e os navegadores polinésios levaram estes animais em suas viagens de colonização pelo oceano Pacífico, incluindo a Ilha da Páscoa. A proximidade ancestral com o homem permitiu o cruzamento destinado à criação de diversas raças, adaptadas a diferentes necessidades.

porcos

Porco é a denominação vulgar dada às diferentes espécies de mamíferos bunodontesartiodáctilos, não ruminantes a que pertence o porco doméstico.
Domesticados, os porcos são adoptados como animais de companhia, ou criados para fim de abate.

Características

Têm 44 dentes, dentre os quais, caninos curvos e incisivos inferiores alongados, formando uma pá; patas curtas com quatro dedos revestidos porcascoscabeça de perfil triangular e focinho cartilaginoso. Origina-se do javali, porém existente quase em toda parte como animal doméstico, e suacarne é bastante apreciada.1
O tempo de gestação das porcas é de 112 dias, aproximadamente, dando depois à luz entre seis e doze crias, a que se chamam leitões, ou bácoros. Um porco livre pode viver cerca de 12 anos.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Wombats

Wombats

jun12

Os Wombats ou o nariz peludo, é um mamífero marsupial endêmico da Austrália que encontra-se em grande perigo de extinção. Há cerca de 70 a 100 bichos desses num parque em Queensland, apenas! Além de sua comida favorita, uma planta nativa, ter perdido território- por competição- por um tipo de capim africano, ele também é caçado por seres humanos pelo valor de sua pele no mercado. Fica ai a importância de não se introduzir plantas exóticas sem um prévio estudo, assim como a fauna, pode causar um grande estrago quando não é bem estudada. Além de sua comida preferida estar escassa, o gado local compete com os wombats pela grama presente. As tentativas de preservação rigorosa para o wombat de fucinho(nariz)peludo tem sido muito onerosas para o governo australiano e outras fontes independentes. Eles também têm sido um problema para os pecuaristas, porque eles foram forçados a encontrar novas áreas para o seu gado para pastar. Isto é especialmente difícil porque esta área da Austrália é atingido por secas (já um problema para os wombats em si). Ressaltando que wombats é o nome geral dado aos marsupiais da família Vombatidae, mas a espécie aqui tratada é a Lasiorhinus krefftii do gênero Lasiorhinus.
Os wombats são animais terrestres que vivem em tocas subterrâneas construídas com suas poderosas garras e seus dentes. São animais noturnos e vivem tanto acima como abaixo do solo. Vivem no semi-árido, florestas ou campos abertos. Apesar de serem noturnos tomam banho de sol nas primeiras horas do dia. Seus túneis subterrâneos são bem elaborados, eles usam raízes no teto de suas tocas. Eles podem usar tocas de gerações passadas de wombats. A maioria de suas tocas têm múltiplas entradas que levam ao complexo único. Wombats raramente usam a mesmo toca em simultâneo, mas ocasionalmente, os machos e as fêmeas são encontrados juntos na mesma toca. Eles têm uma grande casa de aproximadamente 15 hectares. Por sua forma de vida( vivem em tocas subterrâneos e são noturnos), são animais difíceis de se observar, a não ser em cativeiro. 
Têm a aparência de um pequeno e musculado urso de patas pequenas. O seu comprimento é de aproximadamente 1 metro e têm uma cauda muito pequena. Suas cabeças são grandes, com olhos pequenos e orelhas pontudas, ambos os sexos do Wombat-peludo estão cobertas com pelagem marrom, um tipo suave de cobertura, eles têm longos bigodes que se estendem do lado do seu nariz - daí o nome wombat de focinho peludo.
Há um único acasalamento por ano, que acontece no período de primavera / verão. A hora do nascimento varia de novembro a março, as chuvas fortes nos meses de inverno, antes da época de acasalamento é positivamente correlacionada com a taxa de natalidade. Isso é mais provável porque a chuva faz as gramíneas mais abundantes. Infelizmente, quase nada se sabe sobre os detalhes de sua reprodução ou gestação, pois é muito difícil observá-los na natureza, e em cativeiro eles não vão bem. Sabe- se que wombats de nariz peludo dão à luz um único jovem.
Devido a baixa quantidade de animais sobreviventes um fato muito interessante sobre esta espécie é a perda da heterozigosidade. Medidas de variabilidade de DNA feito em DNA extraído de amostras de populações extintas deste wombat (Deniliquin, Nova Gales do Sul, Estado Australiano) revelou que as populações de Queensland tem apenas 41% da variabilidade da população extinta, sugerindo uma espécie de gargalo em constante declínio. E infelizmente essa situação só tende a piorar. Uma espécie em estado tão crítico de extinção deveria ser melhor estudada, conservada e divulgada para sensibilização total da população. Os wombats pelo menos tem a vantagem de serem bonitinhos, mamíferos marsupiais peludinhos parecidos com ursinhos. Nem todos os bichos tem essa sorte. Se os wombats estão em no máximo 100 indivíduos, imagine certas espécies de animais não tão bonitinhos!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tigre tubarao

Tigre
Ele tem listras iguais as dos tigres
O tubarão-tigre (Galeocerdo cuvier) é um tubarão da família dos carcarrinídeos de águas tropicais e subtropicais, encontrado em diferentes ambientes e comum no Nordeste do Brasil. Chega a medir até 6 m de comprimento, possuindo corpo robusto, cabeça larga e achatada, focinho curto e arredondado, nadadeira caudal pontuda, dorso variando de cinza-escuro a cinza-amarronzado com manchas escuras verticais.Seus dentes possuem a forma triangular de um abridor de latas, o que o permite cortar ossos, carne e até cascos de tartaruga com maior facilidade. É agressivo, porém muitos dos casos de ataques relacionados ao tubarão-tigre são ataques de outros tubarões, em especial o cabeça chata (bullshark), é um tubarão que possui uma grande curiosidade com mergulhadores, quase não os atacando. Sua pesca comercial é realizada com espinhel e rede pesada. O seu nome provém das riscas pretas que apresenta ao longo das costas, que vão desaparecendo à medida que o tubarão envelhece.
O tubarão-tigre é um predador perigoso, conhecido por se alimentar de um reportório notável de coisas. A sua dieta inclui normalmente peixe, focas, tubarões menores, lulas e até tartarugas. Já foram encontradas botas, latas de conserva e pedaços de pneus no seu trato digestivo.
O tubarão-tigre encontra-se em terceiro lugar, ultrapassado pelo tubarão-branco(segundo) e pelo cabeça-chata(primeiro), no que toca ao número de fatalidades humanas, e é considerado, junto com o tubarão-branco, o tubarão-cabeça-chata e com o tubarão-de-galha-branca-oceânico, um dos mais perigosos para o ser humano.
Também é conhecido pelos nomes de cação-jaguara, cação-tintureiro, jaguara, tigre, tubarão-jaguara ou tubarão-tintureira.
Estado de conservação
Quase ameaçada
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Superordem: Selachimorpha
Ordem: Carcharhiniformes
Família: Carcharhinidae
Género: Galeocerdo
Espécie: G. cuvier
Nome binomial
Galeocerdo cuvier
( Péron & Lesueur, 1822)

tubarão elefante



Tubarão elefante
Imagine o arroto
O tubarão-elefante, tubarão-frade ou tubarão-peregrino (Cetorhinus maximus) é um tubarão lamniforme, único representante da família Cetorhinidae e género Cetorhinus. É o segundo maior peixe existente no mundo, depois do tubarão-baleia.
O tubarão-elefante atinge 10 metros de comprimento. A sua dieta é composta por plâncton, filhotes e ovos de peixes e podem armazenar comida. Vive nas costas de águas temperadas de todo o mundo, onde é encontrado perto da superfície. O tubarão-elefante atinge a maturidade entre os 2-4 anos de idade. Se acasalam no verão nas costas dos mares do Norte da Europa, tendo 3,5 anos de gestação. São ovíparos e geram 1 a 2 filhotes de 1,5m por gestação.
O tubarão-elefante é alvo de caça pelo Japão, e outros países devido ao óleo produzido pelo seu fígado.
Estado de conservação
Vulnerável
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Ordem: Lamniformes
Família: Cetorhinidae
Género: Cetorhinus
Espécie: C. maximus
Nome binomial
Cetorhinus maximus

Tubarão Duende

Tubarão Duende
Muito estranho
O tubarão-duende (Mitsukurina owstoni) é uma espécie que habita nas águas profundas, raramente é visto com vida.
Atinge até 4 metros de comprimento. Vivem bem no fundo do mar, já foi encontrado a 1200 metros de profundidade, vive no oeste do oceano Pacífico e a oeste do Índico e a leste e oeste do oceano Atlântico.
Alimenta-se de lulas, camarões, polvos e outros moluscos que também habitam no fundo do mar. Característico por possuir um longo nariz em forma de faca incorporada por minúsculas células sensoriais e uma grande boca com dentes em forma de agulha. Os tubarões-duendes são um dos mais antigos tubarões existentes no mundo atual. Há registro desta espécie ao largo das costas das ilhas japonesas, Austrália e do sul africano.
O Tubarão Duende é chamado também de Goblin, é um animal muito raro de ser encontrado. Desde 1898 foram encontrados 36 tubarões da espécie goblin.
O último registro foi na baía de Tóquio nadando em águas rasas. Não se sabe porquê, mas já é a segunda espécie de tubarões muito raros que nadam em águas profundas encontrados no ano de 2007.
Estado de conservação
Segura
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Ordem: Lamniformes
Família: Mitsukurinidae
Género: Mitsukurina
Espécie: M. owstoni
Nome binomial
Mitsukurina owstoni
( Jordan, 1898)

Tubarão Cobra

Tubarão cobra
Mistura orripilante
O tubarão-cobra (Chlamydoselachus anguineus) é uma espécie de extinta e tubarão da família Chlamydoselachidae.
Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e habita águas em profundidades que vão desde 600 a 1000 metros. Tem uma importância econômica reduzida (pesca).[1]
Um exemplar fêmea foi filmado em 24 de janeiro de 2007 numa raríssima aparição em águas pouco profundas do litoral do Japão, próximo à cidade de Shizuoka. No entanto, o espécime se encontrava em péssimo estado físico e morreu horas após ser coletado.[2]
O tubarão-cobra é uma das criaturas mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.
Estado de conservação
Quase ameaçada
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Superordem: Selachimorpha
Ordem: Hexanchiformes
Família: Chlamydoselachidae
Género: Chlamydoselachus
Espécie: C. anguineus
Nome binomial
Chlamydoselachus anguineus
(Garman, 1884)

Tubarão Branco



Tubarão Branco
predador dos mares
predador dos mares
O tubarão-branco (Carcharodon carcharias) é uma espécie de tubarão lamniforme, sendo o peixe predador de maiores dimensões existente na atualidade. Um tubarão-branco pode atingir 7,5 metros de comprimento e pesar até 2,5 toneladas. Esta espécie vive nas águas costeiras de todos os oceanos, desde que haja populações adequadas das suas presas, em particular pinípedes. Esta espécie é a única que sobrevive, na atualidade, do gênero carcharodon.
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Chondrichthyes
Subclasse:Elasmobranchii
Superordem:Selachimorpha
Ordem:Lamniformes
Família:Lamnidae
Género:Carcharodon
Espécie:C. carcharias

Tubarão Baleia

Tubarão baleia
Tubarão baleia de 4 metros
O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é a única espécie da família Rhincodontidae, vive em oceanos quentes e de clima tropical, além de ser a maior das espécies de tubarão, é o maior peixe conhecido.[1], podendo crescer até cerca de 20 m e pesar mais de 13 toneladas.
O animal é completamente inofensivo ao homem e alimenta-se de plâncton por filtração.
Estado de conservação
Em perigo
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Orectolobiformes
Família: Rhincodontidae
Género: Rhincodon
Espécie: R. typus
Nome binomial
Rhincodon typus
(Smith, 1828)